Arquivo | Janeiro, 2013

Reserva ecológica

31 Jan

Hoje aproveitamos um feriadinho ensolarado e fomos dar uma caminhada pela reserva ecológica de Buenos Aires.

Diversas vezes já tínhamos ido ao local para comer o famoso choripan da Costanera Sur, mas nunca havíamos entrado no parque.

Depois de anos de experiência na cidade, tive a clara sensação de que sempre vão sobrar lugares incríveis por conhecer.

A reserva fica entre o Puerto Madero e  a costa do Río de la Plata e tem 350 hectares de área, o que é maior que a superfície do Parque do Ibirapuera, por exemplo.

Está aberta durante todo o ano, e se acessa gratuitamente, por sua entrada localizada na Costanera Sur. Seu endereço é Av. Tristán Achával Rodríguez 1550 e está aberta de 8 ás 19 h.

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Onde comprar alfajores

30 Jan

Já tinha falado sobre alfajores baratos neste link aqui.

É possível encontrá-los por um bom preço nos supermercados, mas por valores ainda melhores em lojas atacadistas de doces.

Na avenida Pueyrredón há várias dessas. Na esquina na altura do número 900 há uma grande e, andando no sentido Av. Rivadavia (para onde a numeração diminui), há outras menores.

Dinheiro em Buenos Aires

29 Jan

Não sou nenhuma especialista no assunto, mas registrei aqui minhas conclusões sobre como usar o dinheiro em Buenos Aires.

Banco

Para sacar dinheiro em caixas eletrônicos daqui não precisa ser nas máquinas do próprio banco.

Estão espalhados por toda a cidade bancos com etiqueta  BANELCO e LINK, que aceitam cartões brasileiros. Eu já usei aqui Banco do Brasil e Bradesco e funcionaram direitinho.

É importante apenas antes de viajar confirmar se os cartões estão desbloqueados. Mesmo cartões internacionais geralmente não estão prontos para serem usados fora do país. Uma ligação ao gerente do banco resolve o problema.

Os bancos cobram um valor por saque. Há algum tempo eram 2,5 dólares mais 2,5% da quantia retirada (é só para dar uma ideia, não sei informar se o valor está atualizado).

Por isso, sai mais barato trazer dinheiro vivo e cambiar, do que tirar dinheiro no banco daqui.

Mas acho q vale a pena fazer contas, de acordo com o que se pretende gastar, para verificar quanto é a tal economia. Eu sempre preferi usar o cartão do banco e pagar um pouquinho a mais, do que andar carregada de dinheiro na bolsa.

Visa Travel Money

A vantagem é que o IOF só é cobrado no momento de carregar o dinheiro, não é cobrado no saque. Nos cartões normais é cobrado as duas vezes.

A desvantagem é que ele funciona em dólares, então é necessário fazer duas conversões de dinheiro –de reais a dólares e de dólares a pesos– e portanto há maior desvalorização da moeda.

Câmbio

Argentinos estão proibidos de comprar dólares ou reais no país. E mesmo quando comprovam que irão  viajar, têm uma cota limitada para cambiar.

Por isso há muita gente interessada em comprar dinheiro fora das casas de cambio oficiais, ou há lojas e restaurantes aceitando reais e dólares por um valor que nos beneficia.

O que eu NÃO recomendo é trocar em casas de câmbio pirata, porque além de não ser seguro, eu sou contra quem estimula este tipo de negócio ilegal.

Para os que não têm um conhecido para fazer um “escambo” de dinheiro, acho que a melhor opção é ir a estabelecimentos regulares.

No microcentro de Buenos Aires, há um concentração de casas de câmbio na Calle Reconquista, na altura da Sarmiento mais ou menos, mas que não funcionam nos fins de semana.

Nos shoppings é possível encontrar estabelecimentos abertos todos os dias. Essa empresa (clique aqui), por exemplo,  está em vários deles.

Dicas

Já traga alguns pesos trocados para emergências, pelo menos para poder pagar o transporte até o hotel. Taxistas, por exemplo, não irão aceitar reais como pagamento, a menos que seja por um câmbio muito conveniente para eles.

E também aos que vão usar predominantemente o cartão aqui, recomendo trazer um pouco mais de dinheiro vivo por segurança.

Carnaval na Argentina

25 Jan

Extinto desde 1977, devido à ditadura militar, o feriado do carnaval argentino foi retomado no ano de 2011. 

Apesar de o carnaval daqui ser ainda mais tímido que o brasileiro,também se manifesta em diversas cidades do país e com características regionais bem marcadas.

Carnaval em Entre Rios

O carnaval mais conhecido da Argentina é o carnaval de Gualeguaychu em Entre Rios, que é a província ao norte de Buenos Aires.

É considerado um dos melhores carnavais do mundo, depois dos brasileiros e do de Veneza.

Apesar de  apresentar claramente um toque rioplatense, lembra muito o carnaval carioca e paulistano  devido aos seus carros alegóricos que desfilam em um “corsódromo” (espécie de sambódromo).

Carnaval em Buenos Aires

Na maioria dos bairros de Buenos Aires há pontos onde  a circulação de veículos é impedida para deixar livre a passagem das murgas, que são grupos de música e dança.

Um endereço conhecido do carnaval portenho é a esquina da Avenida San Juan e Boedo.

As pessoas se fantasiam e há uma mini-bateria que toca uma mistura de candombe, cumbia e outros ritmos africanos.

Eu já fui assistir uma apresentação grande de murgas em San Telmo e achei maravilhosa. Imagino que no carnaval devem caprichar ainda mais.

Carnavais Norteños

Os carnavais do norte argentino são marcadamente diferentes dos celebrados em outras regiões do país por serem caracterizados por tradições pertencentes
à civilização indígena pré-hispânica.

O destaque é o de Jujuy, que se celebra especialmente na Quebrada de Humahuaca, onde está uma das paisagens mais impressionantes e lindas que já vi.

Eles valorizam as tradições e festejam bastante. Uma semana antes do carnaval há carnavalitos e bailecitos, onde todos dançam os bailes típicos fantasiados de diabos.

Carnavais em San Luis

Um novidade na Argentina são os carnavais na cidade de San Luis (na Provincia de San Luis, que está entre Buenos Aires e Mendoza).

A festa é divulgada como “O carnaval do Rio em San Luis”. Eles “importam” as escolas do carnaval do Rio de Janeiro para se reapresentarem aqui após as festas brasileiras.

Na página oficial da festa,  clicando nesse link, dá para entender em segundos do que se trata!

Faculdade na Argentina

23 Jan

Graduação

Uma das coisas que admiro muito na Argentina é o sistema educativo público.

Não que eu ache que o ensino no Brasil seja pior que o argentino, mas considero o daqui muito mais democrático, já que o ingresso aos cursos universitários não requerem aprovação em vestibular. Qualquer pessoa, nativa ou estrangeira com permissão de residencia, pode se matricular nas escolas públicas livremente.

O nivelamento de conhecimento é então feito  através do ciclo básico comum, personalizado para cada profissão. Durante um ano letivo todos os alunos são obrigados a estudar matérias básicas correspondentes à sua faculdade. 

As disciplinas vão desde assuntos aprendidos no ensino médio (chamado aqui de secundaria), como matemática, física e história, até a alguns introdutórios à universidade, como sociologia, representação gráfica, fundamentos de projeto, sendo sempre uma combinação relacionada ao curso almejado.

No caso de o aluno não ser aprovado em alguma matéria, tem que refazer apenas a mesma no ano seguinte. Quando consegue completar todo o ciclo básico comum, está apto a começar o curso regular.

Os cursos superiores são gratuitos e pós-graduações e mestrados pagos, com diferenciação no valor para argentinos e estrangeiros.

Na página das faculdades é possível ver detalhes de como se inscrever, datas e documentação requisitada.

UBA

UCA 

UTN

Universidade de Palermo

Universidad de Belgrano

Intercâmbio

Quando eu vim morar aqui pela primeira vez, em 2006, participei de um intercâmbio na Universidade de Buenos Aires, que é a maior e mais reconhecida da Argentina.

O processo para conseguir a vaga no intercâmbio foi relativamente fácil. Eu tive que passar por uma seleção, através de avaliação de currículo, histórico escolar e portfólio (porque sou arquiteta) e pagar uma única taxa de aproximadamente 200 dólares correspondente ao período de 6 meses a um ano, cursando qualquer disciplina que desejasse (contanto que fosse compatível com o que já havia cursado em São Paulo).

A experiência foi ótima, aprendi muito, conheci muita gente e  gastei pouco dinheiro.

Na página da UBA é possível encontrar os links de cada faculdade, onde em geral tem uma sessão “internacionales”, onde está a informação para intercambistas.

Pós graduação

No ano passado fiz uma pós-graduação na Universidade de Palermo, que é privada.

Para ser sincera sempre tive um pouco de preconceito com as faculdades privadas daqui, já que a graduação nas escolas públicas é gratuita e aberta. Nunca entendi porque alguém paga para estudar se tem opção de fazer um curso com qualidade equivalente ou superior gratuitamente e sem vestibular.

Mas enfim, mesmo assim decidi me inscrever na UP, considerando que pós-graduação aqui  é paga em qualquer instituição e, principalmente, por  ter me interessado por um curso que só havia lá.

O resultado foi que em relação à qualidade do ensino, não tive problemas, mas, ao contrário do que se espera de um curso particular, tive diversas complicações burocráticas. Apesar de os trâmites da faculdade particular geralmente parecem mais simples que o da pública, na prática tive uma experiência inversa.

Mas, para quem quiser se aventurar, indico o link da UP.

 

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